Trinta e cinco anos de história não se constroem do dia para a noite. Em 1991, a ProLife nascia do sonho de duas pessoas em uma pequena oficina de assistência técnica. Hoje, consolidada como fabricante e exportadora de tecnologia médica própria, a empresa celebra mais de três décadas dedicadas a desenvolver soluções que auxiliam profissionais de saúde a salvarem vidas todos os dias.
Para marcar essa data tão especial, conversamos com o fundador e CEO da ProLife, Jozellito Martins Cordeiro. Nesta entrevista exclusiva, ele compartilha os momentos de maior orgulho dessa jornada, a evolução da tecnologia médica global, a importância das pessoas que constroem a empresa e a visão estratégica para as próximas décadas.
Confira a entrevista na íntegra a seguir.
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1. Ao completar 35 anos de ProLife, o que mais te orgulha na trajetória até aqui?
Martins: Acho que o maior orgulho que trago comigo é ter contribuído bastante ao longo desse tempo todo, com o que a gente se propôs a fazer: que profissionais pudessem ter acesso, através de nós, a muitas ferramentas que ajudam a salvar vidas no dia a dia. Ver a empresa deixar de ser apenas um sonho de duas pessoas, lá em 1991, até se transformar em um grupo grande, desenvolvido e com bastnte capacidade capacitado é gratificante.
Temos pessoas que estão conosco há mais de 20, 30 anos, até 35 anos… É metade de uma vida praticamente. Crescer junto com esse grupo, que se uniu e lutou pelos mesmos objetivos, nos fez sair de uma pequena oficina de assistência técnica, passar por todas as etapas do processo, até nos tornarmos uma indústria fabricante e exportadora. Acho que isso é uma grande vitória.
2. Qual é a grande visão da empresa para as próximas décadas?
Martins: A empresa tem um plano de sucessão bem estabelecido. Então, nas próximas décadas, o comando estará com os próximos amigos e colegas que trabalham junto conosco, mais jovens, que atuam conosco e que assumirão as posições de liderança.
Mas o DNA da empresa é continuar gerando soluções cada vez mais mais importantes e mais úteis para que os nossos clientes possam obter os melhores resultados do uso das soluções que a gente produz. Pouco a pouco, nós vamos alcançando os clientes mais exigentes e de um nível internacional também, agora que exportamos a alguns anos produtos de nossa própria tecnologia.
3. Como você enxerga a evolução da tecnologia médica hoje em comparação a quando a ProLife começou?
Martins: Vamos falar não só no Brasil, mas no mundo, porque a tecnologia hoje… As coisas hoje estão muito conectadas. Então, de uma maneira geral, a tecnologia na área médica evoluiu dramaticamente nos últimos 30 anos, assim como a nossa vida mudou também, com muita velocidade.
Essa tecnologia nos permite fazer coisas inimagináveis e, para uma indústria médica como a ProLife, a gente se beneficia muito desse conhecimento humano. Podemos transformar esse conhecimento em ferramentas cada vez mais precisas, cada vez mais úteis e, como diz o nosso slogan: “Tecnologia a serviço da medicina”. Podemos levar para o mercado ferramentas cada vez melhores.
4. Se você pudesse resumir o compromisso da ProLife com médicos, hospitais e pacientes para os próximos anos, qual seria?
Martins: O principal compromisso nosso é: parceria. Nós somos um elo de uma corrente para cuidar de vidas, para salvar vidas. Essa parceria depende e precisa da contribuição também dos outros elos. Assim como instituições de saúde, médicos e o próprio paciente fazem parte dessa solução. Nós vamos continuar sendo parceiros. Nós vamos continuar ajudando a que essa solução seja a melhor possível.
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Celebrar 35 anos é reafirmar nosso compromisso com a excelência, com a inovação e com as pessoas que fazem a ProLife acontecer todos os dias. Agradecemos a cada cliente, parceiro e colaborador que faz parte dessa história. O futuro da tecnologia médica continua sendo construído aqui, com a mesma dedicação de 1991.
